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Para o Brasil, as questões mais importantes são as seguintes.Primeira: o abandono da regra anacrônica de partilha do comando do Banco Mundial e do FMI entre os EUA e a Europa.O Haiti já indicou a sua preferência por Strauss-Kahn.Os demais aguardam que os candidatos definam as suas plataformas.Obtido graças à Lei de Liberdade de Informações ( FOIA ) e pesquisas em arquivos, os documentos liberados publicados hoje descrevem um número de usos para os quais os satélites de reconhecimento de Estados Unidos foram empregados como mapeamento, ações de assistência em situações de catástrofe, e ajuda a investigações de Agência de Proteção do Meio Ambiente.

Considerando ainda as cadeiras comandadas por outros países desenvolvidos ( Japão, Canadá, Suíça e Austrália ), chega-se a um total de 67% dos votos.Como observou um diretor-executivo sul-americano, é uma situação bastante curiosa: o comando do FMI está sendo disputado por um socialista e um ex-comunista (Tosovsky foi membro do partido comunista da Tchecoslováquia por 14 anos). Países da União Européia comandam 7 das 24 cadeiras da diretoria executiva. Quando o francês foi lançado, a expectativa era a de que o seu nome contaria com o apoio da cadeira dos EUA, que têm 17% dos votos.A expectativa se baseava, como se sabe, na regra não-escrita, que vigora há mais de 60 anos, de que a presidência do Banco Mundial está reservada a um americano e o comando do Fundo a um europeu.É bem possível que se confirme a expectativa de apoio americano a Strauss-Kahn. Pela primeira vez desde 1986, há dois candidatos europeus ao cargo. Se isso voltar a ocorrer, a UE não poderia, a rigor, queixar-se de que a regra não-escrita não foi respeitada.Qual é a posição do Brasil e dos demais países representados pelo diretor-executivo brasileiro?

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